não, não tem problema, pode tirar o sapato.

(senta aí. tem coca na geladeira e cuca de quechimia no forno)

sexta-feira, 29 de dezembro de 2006

Amanheçam brilhando mais forte!

Desejo que o ano 2006 seja muuuuuito pior que o 2007.
Que vocês, queridos e constantes amigos e leitores, fiquem cada vez mais próximos e reais.
Que nossos desejos sejam alcançados ou que ao menos fiquem mais próximos da realização.
Que ninguém passe nenhum dia sem soltar uma bela gargalhada, daquelas que doem o abdômen. E que estas sirvam para, além de alegrar o dia e contagiar as pessoas, dar uma modelada na cintura.
Eu quero um milhão de beijos, abraços, cheiros e friozinhos na barriga pra mim e para vocês [e principalmente de mim em vocês].
Um 2007 iluminado para todos nós!
Até breve.



Um abraço, 2006!

Pra 2006, com a licença das senhoritas, um pé-na-bunda!

Que venha 2007, e que seja um ano de muito trabalho e saúde, porque o resto é conseqüência!!!

As Filhas meu abraço carinhoso e profundo agradecimento pela acolhida nesta casa.

Eu tenho medo desse homem.

quinta-feira, 28 de dezembro de 2006

Lei(r)o-le(i)ro

Ó, céus, que calor! Justo n'eu que detesto ventilador e ar condicionado.

Me encontro, atualmente, na mesma situação que dona Rose Foncée. Pela primeira vez na vida lendo mais de um livro ao mesmo tempo.

E lhes digo, compañeros, o bom motivo de tal acontecimento: além de CDs e DVDs em promoção, encontrei livros, vários, novinhos e bem baratos.

Minhas histórias dos outros” do Zuenir Ventura é um dos meus novos pertences e já posso - e devo - reafirmar com toda veemência, estando apenas na página 27, que o cara é O Cara e eu adoro mesmo o jeito descompromissado com que ele escreve. Um dia ainda dou um abraço nesse homem.

E os livros todos, lá em casa se transformam em obra de arte. Sem ter uma estante para guardar os meninos, resolvi fazer duas grandes pilhas em espiral, uma em cada canto do quarto. Quando mamãe viu achou lindo, me achou uma artista de verdade. E eu que sou bem boba e feliz, acreditei.

E o negócio tá lá empilhado, até hoje.

quarta-feira, 27 de dezembro de 2006

O Auge.

Tô aqui na maior tremedeira, povinho, na maior ansiedade ao digitar estas poucas palavras...
É que, bem... perdão reles mortais, mas acabei de ler o Diário de Bordo lá do Cinema em Cena e notei que meu grande “ídalo”, o Srto. Pablo Villaça, recomendou As Filhas do Dono no blog dele, no dia 22/12! Não é belo?
Ah! E também tenho informações quentíssimas, daquelas bem seguras mesmo, que afirmam a intenção do bonito em me incluir na Série Musas, desbancando a tal da Jennifer Connelly [com desdém: conhecem?] lá do topo. Rá!
Agora durmam com um barulho desses!


(dear wendy)

Hoje tem Cordel.

"Poeta Zé da Luz, do inicio do século, escreveu uma poesia por que disseram pra ele que pra falar de amor era necessário um português correto, aí Zé da Luz escreveu uma poesia chamada Ai Se Sêsse"

Se um dia nois se gostasse
Se um dia nois se queresse
Se nois dois se empareasse
Se juntim nois dois vivesse
Se juntim nois dois morasse
Se juntim nois dois drumisse
Se juntim nois dois morresse
Se pro céu nois assubisse
Mas porém acontecesse
de São Pedro não abrisse a porta do céu e fosse te dizer qualquer tolice
E se eu arriminasse
E tu cum eu insistisse pra que eu me arresolvesse
E a minha faca puxasse
E o bucho do céu furasse
Tavés que nois dois ficasse
Tavés que nois dois caísse
E o céu furado arriasse e as virgi toda fugisse