Psicóloga francesa defende infidelidade masculina para ajudar o casamento
Livro de Vaillant diz que 39% dos homens franceses já foram infiéis
Uma das mais famosas psicólogas francesas causou polêmica ao defender, em um livro recém-lançado, que a infidelidade masculina é boa para o casamento.
No livro Les hommes, l’amour, la fidélité ("Os homens, o amor, a fidelidade"), Maryse Vaillant diz que a maioria dos homens precisa de “seu próprio espaço” e que para eles “a infidelidade é quase inevitável”.
Segundo a autora, as mulheres podem ter uma experiência “libertadora” ao aceitarem que “os pactos de fidelidade não são naturais, mas culturais” e que a infidelidade é “essencial para o funcionamento psíquico” de muitos homens que não deixam por isso de amar suas mulheres.
Para Vaillant, divorciada há 20 anos, seu livro tem o objetivo de “resgatar a infidelidade”. Segundo ela, 39% dos homens franceses foram infiéis às mulheres em algum momento de suas vidas.
Fraqueza de caráter
“A maioria dos homens não faz isso por não amar mais suas mulheres, Pelo contrário, eles simplesmente precisam de um espaço próprio”, diz a psicóloga.
“Para esses homens, que são na verdade profundamente monógamos, a infidelidade é quase inevitável”, afirma.
Para Vaillant, os homens que não têm casos extraconjugais podem ter “uma fraqueza de caráter”.
“Eles são normalmente homens cujo pai era fisicamente ou moralmente ausente. Esses homens têm uma visão completamente idealizada da figura do pai e da função paternal. Eles não têm flexibilidade e são prisioneiros de uma imagem idealizada das funções do homem”, afirma ela.
Feministas de plantão, uni-vos!
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sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
já viram?
essa campanha fofa e divertida?
http://www.xixinobanho.org.br/
http://www.youtube.com/watch?v=XZ_DNc1zbxI
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sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
a gente sempre ouviu dizer...
"Se você tem medo de deixar que seu filho brinque na terra e prefere maiores cuidados com a sujeira, saiba que cientistas estadunidenses descobriram que ser limpinho demais pode prejudicar a capacidade de cura do corpo do pequeno.
De acordo com os pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade da Califórnia, uma bactéria que vive normalmente na pele ajuda a prevenir inflamações quando nos machucamos.
Esta bactéria ajuda a impedir respostas do sistema imunológico que fazem com que cortes inchem muito. Especialistas afirmam que esta pesquisa ajuda a confirmar a “hipótese da higiene”, que afirma que a exposição a germes durante a infância ajuda a impedir que o corpo desenvolva alergias. Muitos cientistas acreditam que a obsessão com a limpeza é um dos motivos pelos quais as crianças vêm desenvolvendo cada vez mais alergias em países desenvolvidos.
Bactéria do bem
Os pesquisadores descobriram que as bactérias do tipo estafilococo, muito comuns na pele humana, bloqueiam uma etapa vital nos eventos que levam a inflamações. Ao estudar ratos e células humanas, os pesquisadores descobriram que a bactéria faz isso ao bloquear uma molécula chamada de ácido lipotéico, que age sobre os queratinócitos, as células encontradas na área exterior da pele. O ácido mantém os queratinócitos sem reações inflamatórias exageradas.
Richard Gallo, que realizou a pesquisa, afirma que os resultados são impressionantes porque dão uma base molecular para compreender a validade da “hipótese da higiene”. “Isto pode nos ajudar a desenvolver novas abordagens terapêuticas para doenças inflamatórias da pele”, diz.
Uma porta-voz do organização filantrópica Allergy UK, que cuida de pessoas com alergias, afirma que a pesquisa ajuda a criar uma base mais forte para evidenciar que a exposição aos germes é algo bom. Ainda assim, ela afirma que mais pesquisas são necessárias. “As taxas de alergias triplicaram no Reino Unido na última década, e mais de 30% das pessoas têm algum tipo de alergia”, diz. “Ainda assim, muitas dessas alergias são genéticas, assim como podem ser ligadas ao ambiente em que as pessoas vivem”, aponta. "
De acordo com os pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade da Califórnia, uma bactéria que vive normalmente na pele ajuda a prevenir inflamações quando nos machucamos.
Esta bactéria ajuda a impedir respostas do sistema imunológico que fazem com que cortes inchem muito. Especialistas afirmam que esta pesquisa ajuda a confirmar a “hipótese da higiene”, que afirma que a exposição a germes durante a infância ajuda a impedir que o corpo desenvolva alergias. Muitos cientistas acreditam que a obsessão com a limpeza é um dos motivos pelos quais as crianças vêm desenvolvendo cada vez mais alergias em países desenvolvidos.
Bactéria do bem
Os pesquisadores descobriram que as bactérias do tipo estafilococo, muito comuns na pele humana, bloqueiam uma etapa vital nos eventos que levam a inflamações. Ao estudar ratos e células humanas, os pesquisadores descobriram que a bactéria faz isso ao bloquear uma molécula chamada de ácido lipotéico, que age sobre os queratinócitos, as células encontradas na área exterior da pele. O ácido mantém os queratinócitos sem reações inflamatórias exageradas.
Richard Gallo, que realizou a pesquisa, afirma que os resultados são impressionantes porque dão uma base molecular para compreender a validade da “hipótese da higiene”. “Isto pode nos ajudar a desenvolver novas abordagens terapêuticas para doenças inflamatórias da pele”, diz.
Uma porta-voz do organização filantrópica Allergy UK, que cuida de pessoas com alergias, afirma que a pesquisa ajuda a criar uma base mais forte para evidenciar que a exposição aos germes é algo bom. Ainda assim, ela afirma que mais pesquisas são necessárias. “As taxas de alergias triplicaram no Reino Unido na última década, e mais de 30% das pessoas têm algum tipo de alergia”, diz. “Ainda assim, muitas dessas alergias são genéticas, assim como podem ser ligadas ao ambiente em que as pessoas vivem”, aponta. "
Fonte: Revista Palco
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