esta manhã fomos à nossa futura casa olhar como, realmente, ela é. sim, porque no dia em que fechamos o negócio ficamos lá menos de dez minutos. já tínhamos visto cada
coisa grotesca, sem sol, sem vento, sem vista e suja que.... enfim, foi assim. entramos, olhamos e como estava tudo limpo, arrumadinho, sem baratas mortas e sem paredes de vizinhos a distância de uma mão, nas janelas, fechamos o negócio, mesmo sabendo que ainda precisaríamos ficar um ano em
algum lugar até o apartamento desocupar. pois bem, tudo isso é pra dizer que hoje voltamos lá e, na boa, a despeito do tamanho (53 metrinhos), da espera, dos 30 anos de financiamento e de tudo o mais, nós fizemos um negócio do cacete. a casinha é massa. e cheia de sol (da manhã, que eu sou boba, mas nem tanto). e de luz. e de ventinho. e tem um zaffari praticamente na porta. mesa e banco alemão na cozinha. panvel como vizinha. bares mis com cerveja. restuarantes honestos. escola e mais um monte de coisas que uma família
como a nossa precisa para ser feliz. e bem no fim, o que importa não é a casa, e sim a vida, né?
quem disse isso, mesmo?