não, não tem problema, pode tirar o sapato.

(senta aí. tem coca na geladeira e cuca de quechimia no forno)

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terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Vai um cineminha aí? - Lobisomem




Somente uma coisa a dizer: POUPEM O DINHEIRO DO SEU INGRESSO.

O filme para ser ruim, tinha que melhorar.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Vai um cineminha aí? - Um olhar do paraíso

Lovely Bones - Um olhar do paraíso é o novo filme de Peter Jackson que adapta o livro Uma vida Interrompida, memórias de um anjo assassinado. O filme conta a história de uma menina que aos 14 anos é estuprada e morta e que acompanha do céu, a vida de todos os envolvidos. Inclusive seu assassino.

A direção de Peter Jackson, a presença elogiada de Saoirse Ronan, uma das minhas queridinhas desde a estréia em desejo e Reparação, e uma possível indicação ao Oscar para Stanley Tucci me levaram a crer que este seria um excelente filme.

Não é. O filme tem uma conotação que flerta muito com o espiritismo, contado de uma forma piegas e feita para chorar. Sentimentalismo barato não me comove.

Como disse o maridão, quando o que mais chama atenção no filme é a fotografia, sinal de que é um filme vazio. Realmente, a estética do filme é sensacional. O resultado, nem tanto.

Ah, e para não dizer que eu não consegui ver nada mais de bom no filme, Susan Sarandon está espetacular e absurdamente linda com seus 63 anos...

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Vái um cineminha aí? Nine


É muito gliter, purpurina e confete. Muito Looosho...e somente a foto ao lado já valeria uma espiada no filme que deve ter reunido o maior número de atores oscarizados da história (Que eu lembre, tem pelo menos a Sophia Loren, Judi Dench, Penélope Cruz, Daniel Day Lewis, Marion Cottilard e a Nicole kidman).

Nine é mais um musical que chega aos cinemas, dirigido por Rob Marshal (o mesmo de Chicago) e adaptado dos teatros. É uma clara homenagem ao 81/2 de Fellini, com o mesmíssimo Guido Contini (Day-Lewis), só que desta vez chegamos ao "9".

Tenho que confessar que musicais não são o meu forte. Gostei Muito de Mamma Mia, Moulin Rouge, Hairspray, Dream girls e amo Glee. Mas até aí tudo se explica. São filmes ou que as músicas já existiam antes ou que a trilha já fez história à parte. Não é o caso de Nine. Gosto de cantar juntinho com o filme.

E também me desagradou um pouco o fato do Rob Marshal usar a mesma técnica de Chicago, as músicas são apenas para embalar os pensamentos de Daniel Day-Lewis. Assim como ele já fizera com o Richard Gere.

A Penélope Cruz teve em mãos a melhor personagem , mas ficou caricata e ruim. Se tivesse dado uma "espanholada" teria ficado melhor. Cadê Almodóvar nesta veia???? Fergie até que não se saiu mal, afinal interpretar um p____ta deve ser fácil. Queria ver ela mesmo como uma mãe de família. Isso é difícil. A Marion assegura o posto de nova diva do cinema Francês. Desde a década de 80, início dos 90 que uma atriz francesa não se dava tão bem no cinema americano. E olha que a menina mal sabia falar inglês na época de Piaf.

Agora quem me hipnotizou mesmo foi a Kate Hudson. Gente como a câmera ama esta menina. Obviamente por isso que a música que ela canta embala o trailer do filme.


Uma dica, ou veja no cinema, ou não veja. Musical é para tela grande e pipoca.


terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Ai um cineminha ai? Amor sem escalas

Amor sem Escalas (Up in the air) é o meu grande filme do Oscar. Até o momento....

Claro que é covardia porque se tem George Clooney, nada mais me é necessário. Inclusive durante as minhas orações eu sempre peço: Se ele se for, me leva junto.

Mas Georges a parte, amor sem escalas é o novo filme do Jason Reitman, que já nos deu um dos melhores filmes de todos os tempos: Obrigado por fumar.

Ryan Bingham (George Clooney) tem uma vida dedicada ao trabalho. Um trabalho incomum na verdade. Ele é contratado por empresas apenas para demitir outras pessoas. Ele até gosta do que faz, mas gosta mesmo é de voar. Tem uma meta de juntar 10 milhões em milhas. E como está fora durante 300 dias por ano, tem nas aeromoças e restaurantes de aeroporto, a sua verdadeira família e casa.

Longe de ser um filme feliz ou longe de ser um filme triste, Amor sem escalas é daqueles para assitir no aconchego do lar, juntinho de quem você ama. Não é um filme tão interessante ou cínico quanto obrigado por fumar, mas é um filme mais maduro e contido.

Recomendo muito!

Beijos da gorda